[Contagem da Visão]
Um chifre espalhou Judá,
outro lançou Israel sem lar.
Quatro poderes levantaram a testa,
nenhum cativo ousava olhar.
[Pergunta]
“Que são estes?” pergunta o profeta.
“São reinos que semearam terror.”
Então aparecem quatro artesãos,
resposta sóbria do justo SENHOR.
[Estribilho Percussivo]
Quatro chifres se levantaram,
quatro mãos responderam.
O orgulho contou suas torres;
os céus contaram quem as desfizeram.
[Refrão]
Quatro chifres e quatro ferreiros,
o poder encontra o fim determinado.
O que espalhou o povo entre nações
será abalado e derrubado.
Quatro chifres e quatro ferreiros,
nenhum opressor reina eternamente.
Deus levanta o trabalhador silencioso
contra a arrogância do potente.
[Ponte]
Golpea o jugo, não a verdade;
quebra a ameaça, não a piedade.
O que parecia firme como ferro
cai por ordem de santidade.
[Refrão Final]
Quatro chifres e quatro ferreiros,
cada ameaça foi contada.
Os que espalharam Judá
veem a soberba desmontada.
[Coda]
Primeiro contou os poderes;
depois contou a resposta.
Sobre a passagem
Zacarias 1: Um mundo tranquilo e uma Jerusalém sem resposta
O Livro de Zacarias faz do retorno uma questão de lealdade antes de ser uma questão de construção. Os antepassados morreram, os profetas morreram, e as palavras que eles resistiram os alcançaram igualmente. Então começam as visões noturnas. Os cavaleiros relatam uma terra em descanso, mas Jerusalém continua aflita, de modo que a tranquilidade global se revela uma paz incompleta. A resposta ao "até quando" do anjo chega em linguagem de reconstrução: a casa será levantada, uma linha de medir se estenderá sobre a cidade, e Sião será consolada novamente. Por fim, os poderes que dispersaram Judá aparecem como chifres e são enfrentados por artesãos enviados para derrubá-los. O capítulo passa do julgamento lembrado à misericórdia prometida sem fingir que o passado não aconteceu, e continua perguntando o que a restauração verdadeira precisa incluir.