2 Reis 4:1–7

Eliseu e o azeite da viúva

De 8 a 11 anos

Eliseu e o azeite da viúva

Versículo para memorizar

Então ela o deixou, e fechou a porta atrás de si e de seus filhos. Eles lhe traziam as vasilhas, e ela derramava o azeite.

2 Reis 4:5

Converse sobre isso

  1. O que a viúva ainda tinha em sua casa?
  2. O que Eliseu disse que ela pedisse emprestado aos vizinhos?
  3. Quando o azeite parou?

Experimente isto

Desenhe vários recipientes vazios em uma folha de papel e depois numere-os como se os filhos da viúva estivessem trazendo cada um deles. Dentro de cada recipiente, escreva um acontecimento do relato na ordem correta.

O que podemos aprender?

Uma lição que podemos tirar desse relato é que recursos pequenos não devem ser desprezados só porque parecem pequenos. A viúva seguiu cuidadosamente as orientações de Eliseu, e o azeite se tornou suficiente para resolver uma necessidade séria.

De 12 a 15 anos

Versículo para memorizar

Então ela o deixou, e fechou a porta atrás de si e de seus filhos. Eles lhe traziam as vasilhas, e ela derramava o azeite.

2 Reis 4:5

Pense sobre isso

  1. Por que você acha que Eliseu perguntou o que a viúva já tinha em casa antes de dar suas instruções?
  2. O que a orientação de pedir muitas vasilhas mostra sobre o tamanho do que estava prestes a acontecer?
  3. Por que o detalhe de que a porta estava fechada pode ser importante para a maneira como o relato é contado?
  4. O que o final mostra sobre a diferença entre receber ajuda e usar essa ajuda com sabedoria?

Aprofundando

Esse relato se parece com um acontecimento anterior do ministério de Elias. Em 1 Reis 17:8–16, a pequena quantidade de farinha e azeite de uma viúva não acaba durante um período de necessidade. Nos dois relatos, uma família com muito pouco recebe provisão ligada ao ministério do profeta de Deus.

O que podemos aprender?

Uma lição tirada do relato é que uma ação sábia muitas vezes vem depois da ajuda: a viúva ainda precisou reunir as vasilhas, derramar o azeite, vendê-lo e pagar a dívida. O relato também mostra que algo que parece pequeno demais para fazer diferença pode se tornar importante para atender a uma necessidade real.