O panorama
A gratidão abre o salmo porque os feitos de Deus tornam conhecida sua proximidade. Uma voz de julgamento então fala de manter firme o mundo quando parece desabar. Orgulhosos são alertados a não levantar seu poder contra esse governo. Um cálice de vinho forte retrata o julgamento que os maus devem beber. O cantor termina em louvor duradouro ao Deus de Jacó, antepassado cujo nome representa o povo de Deus.
Neste capítulo
- O juiz mantém firmes as colunas Salmos 75:1-3
O povo agradece repetidamente porque o nome de Deus está perto, conhecido por suas obras maravilhosas.
- O orgulho não determina sua própria subida Salmos 75:4-7
Pessoas arrogantes e más são alertadas contra a vanglória.
- O cálice deve ser bebido Salmos 75:8-10
O SENHOR segura um cálice de vinho forte misturado e o derrama.
Verdade central
Deus mantém o mundo firme e decide quem sobe ou cai, por isso o poder orgulhoso não escapa de seu julgamento.

A Escritura ao lado do resumo
Salmos · Bíblia Portuguesa Mundial · 10Salmos 75:1-3
O juiz mantém firmes as colunas
O povo agradece repetidamente porque o nome de Deus está perto, conhecido por suas obras maravilhosas. Uma voz de juiz então promete julgamento correto no tempo determinado que escolher. Mesmo se a terra e seus habitantes estremecerem, quem fala segura firmes suas colunas. A imagem apresenta ordem sustentada em meio ao colapso. O agradecimento recebe, portanto, uma garantia sobre governo. O mundo não fica entregue à desordem humana, porque a autoridade que fala pode julgar corretamente e sustentar o que outros não conseguem firmar.

No dia a dia
Uma controladora de ponte vê instrumentos registrarem movimento violento durante uma tempestade. Chama a equipe de manutenção aos pontos centrais de apoio e mantém a estrada fechada enquanto a estrutura é verificada. O público vê tremor, mas a equipe atende ao que sustenta a ponte. Ordem exige mais que palavras tranquilizadoras. O juiz do salmo sustenta o próprio mundo.
Repare
Salmos 75:3 Colunas são retratadas segurando a terra quando tudo parece estremecer. A afirmação põe julgamento estável sob o tumulto visível, em vez de deixar o tumulto decidir o resultado.
Salmos 75:1-3
Bíblia Portuguesa Mundial1Ao mestre de canto. De acordo com a melodia “Não Destruas”. Salmo de Asafe. Um cântico. Nós te damos graças, ó Deus. Damos graças, pois o teu Nome está perto. Os homens falam das tuas obras maravilhosas.
2Quando eu escolher o tempo determinado, julgarei com retidão.
3A terra e todos os seus habitantes estremecem. Eu seguro firmemente as suas colunas. Selá.
Salmos 75:4-7
O orgulho não determina sua própria subida
Pessoas arrogantes e más são alertadas contra a vanglória. Erguer um chifre e endurecer o pescoço retratam força desafiadora que recusa se curvar. Subir de posição não vem, em última instância, de buscar apoio numa região ou outra. Deus é o juiz que rebaixa uma pessoa e eleva outra. O alerta desafia quem trata a posição como algo garantido pela própria força. Seus gestos de poder continuam sob um veredito superior. O salmo não cita rota mais esperta para promoção; nomeia quem decide a posição.

No dia a dia
Um jovem líder de orquestra se gaba de que amigos em três departamentos garantirão a próxima nomeação. Na audição, o presidente pede que deixe as recomendações e toque. Seus contatos não tornaram a decisão sua. Precisa enfrentar uma avaliação maior que a confiança trazida à sala. O julgamento de Deus alcança mais que uma nomeação musical.
Repare
Salmos 75:7 Deus é nomeado juiz antes da descrição de rebaixar e elevar. Mudanças de posição são postas sob autoridade moral em vez de apresentadas como movimento aleatório.
Salmos 75:4-7
Bíblia Portuguesa Mundial4Eu disse aos arrogantes: “Não se gloriem!” Eu disse aos ímpios: “Não levantem o chifre.
5Não levantem o seu chifre para o alto. Não falem com dura cerviz.”
6Pois nem do oriente, nem do ocidente, nem mesmo do sul, vem a exaltação.
7Mas Deus é o juiz. Ele abate a um, e exalta a outro.
Salmos 75:8-10
O cálice deve ser bebido
O SENHOR segura um cálice de vinho forte misturado e o derrama. Todos os maus devem beber até o resíduo amargo do fundo. O cálice retrata julgamento inevitável, recebido por inteiro em vez de provado e deixado de lado. O cantor então promete declarar os feitos de Deus e louvá-lo para sempre. As palavras finais falam de cortar a força má e erguer a força justa. O contraste completa o alerta ao poder orgulhoso: os chifres levantados com orgulho não decidem seu futuro diante do juiz que segura o cálice.
No dia a dia
Uma funcionária de comissão disciplinar põe a decisão final diante de um gerente que tentou aceitar só as partes convenientes. Lê o veredito inteiro, incluindo as consequências que ele quer omitir. Não pode tratar a decisão como cardápio. O registro completo fica na mesa para que receba. O cálice do salmo representa o julgamento de Deus sobre toda maldade.
Repare
Salmos 75:8 Até as borras devem ser bebidas. A imagem destaca a totalidade: os condenados não podem parar na parte agradável nem deixar intocada a consequência mais dura.
Salmos 75:8-10
Bíblia Portuguesa Mundial8Pois na mão do SENHOR há um cálice, cheio de vinho espumante misturado com especiarias. Ele o derrama. De fato, os ímpios da terra o bebem, e o bebem até as suas borras.
9Mas eu declararei isso para sempre: Cantarei louvores ao Deus de Jacó.
10Cortarei todos os chifres dos ímpios, mas os chifres dos justos serão exaltados.
Detalhes que merecem atenção
A imagem de abertura
Salmos 75:1 começa com “Ao mestre de canto. De acordo com a melodia “Não Destruas”. Salmo de Asafe. Um cântico. Nós te damos graças, ó Deus. Damos graças, pois o teu Nome está…”
Onde o capítulo muda
Salmos 75:5 forma uma mudança natural: “Não levantem o seu chifre para o alto. Não falem com dura cerviz.””
A nota final
Salmos 75:10 deixa o leitor com “Cortarei todos os chifres dos ímpios, mas os chifres dos justos serão exaltados.”
Um caminho de palavras pelo capítulo
As palavras Deus, mpios, Pois, bebem, chifre, chifres ajudam a revelar as preocupações repetidas do capítulo.
Palavras do texto bíblico explicadas
- chifre
- Imagem de força e poder orgulhoso, tomada do chifre de um animal.
- borras
- Resíduos espessos que ficam no fundo de um recipiente.
- dura cerviz
- Pescoço rígido, imagem de orgulho que se recusa a ceder.
Ouça e assista junto com a passagem
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