Sobre esta música
Sobre esta música
Esta música pertence à coleção de Mateus. Uma gravação está disponível para ouvir aqui, com a letra completa abaixo.
- Coleção
- Mateus
[Refrain - chamado a descoberto]
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
A palavra do Reino cai como semente.
[Verse 1 - quatro terrenos]
Do barco junto à praia, o semeador lançou.
À beira do caminho, as aves levaram os grãos.
Em terra rasa brotou, mas o sol a queimou;
Sem raiz, toda a promessa verde murchou.
Os espinhos cresceram e apertaram ao redor.
Os cuidados do mundo e as riquezas sufocaram a palavra.
A boa terra ouviu, entendeu e produziu:
Cem, sessenta, trinta por um do que foi semeado.
[Verse 2 - olhos abertos]
Felizes os olhos que veem o que os profetas desejaram,
Felizes os ouvidos que ouvem o que quiseram ouvir.
Os mistérios são dados; alguns veem e não percebem,
Ouvem e não entendem.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
[Interlude - 4 compassos]
[Verse 3 - campo à noite]
A boa semente crescia; no escuro do sono,
Um inimigo atravessou e espalhou o joio.
Os servos perguntaram: Vamos arrancá-lo agora?
Deixem ambos crescer juntos até a colheita.
O trigo no celeiro; o joio em feixes para o fogo;
Então os justos brilharão como o sol.
[Breakdown - coisas pequenas, valor oculto]
Um grão de mostarda cresceu em ramos que dão abrigo.
Fermento escondido levedou toda a massa.
Um tesouro no campo fez um homem vender tudo com alegria.
Uma pérola de grande valor esvaziou as mãos de um negociante.
[Refrain - retorno reunido]
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Uma rede recolhe toda espécie antes de chegar à praia;
Os anjos separam os maus dos justos.
[Outro - coisas novas e velhas]
Vocês entenderam tudo isso? Sim, Senhor.
O escriba instruído no Reino
É como um pai de família que tira do seu tesouro
Coisas novas e velhas.
Sobre a passagem
Mateus 13: O reino cresce onde a escuta cria raízes
Mateus 13 transforma o ato de ouvir em um de seus assuntos centrais. Um semeador espalha a mesma semente em terrenos diferentes, e a explicação de Jesus mostra que recepção inicial, perseverança, cuidados concorrentes, entendimento e fruto não são a mesma coisa. As parábolas ao mesmo tempo revelam e expõem, tornando a escuta privilegiada dos discípulos uma responsabilidade, e não um estatuto decorativo. Trigo e joio adiam a separação final até a colheita, enquanto o grão de mostarda e o fermento descrevem um reino cujos começos visíveis não revelam seu alcance futuro. Tesouro e pérola mostram uma descoberta que reorganiza o valor, e a rede retorna ao juízo no fim da era. O capítulo se encerra na própria terra de Jesus, onde as pessoas possuem conhecimento familiar detalhado e ainda assim não conseguem receber sem escândalo a sabedoria e as obras diante delas.
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