[Despertar]
O anjo despertou o profeta
como quem é chamado do sono.
Um candelabro inteiro de ouro,
sete lâmpadas sobre seu trono.
[Visão]
Uma taça, sete canais,
duas oliveiras de cada lado.
O azeite chega sem esforço humano,
e o fogo permanece alimentado.
[Refrão]
Não por força, nem por poder,
mas pelo Espírito do SENHOR.
A montanha se torna planície,
e cada pedra retorna ao labor.
Não por força, nem por poder,
as mãos que fundaram coroarão.
“Graça, graça” soa sobre a pedra,
e os pequenos começos alegrarão.
[Verso II]
Quem despreza os dias pequenos,
as ferramentas cobertas de pó?
Sete olhos olham o prumo,
e o muro cresce pouco a pouco e só.
[Ponte]
Azeite caindo, lâmpadas ardendo,
ramos que se curvam sem quebrar.
O Espírito sustenta a tarefa
que a mão sozinha não pode terminar.
[Refrão Final]
Não por força, nem por poder,
mas pelo Espírito do SENHOR.
Zorobabel terminará a casa,
fiel à palavra do Construtor.
Não por força, nem por poder,
dois ungidos permanecem em pé.
A luz de ouro cruza os escombros,
e o pequeno chega ao fim pela fé.
[Outro]
A chama ardeu em silêncio;
a montanha virou planície.
Zacarias 4: O castiçal e as mãos que concluirão a obra
Um castiçal de ouro, um reservatório, sete lâmpadas e duas oliveiras formam uma das visões mais intrincadas de Zacarias, e o primeiro ato útil do profeta é admitir que não a entende. A explicação se volta para Zorobabel e o templo inacabado. "Não por força, nem por poder, mas pelo meu Espírito" não remove o trabalho humano da cena, porque a mesma mensagem promete que as mãos que lançaram o fundamento também concluirão a casa. O grande monte se torna planície, o desprezado dia das pequenas coisas é reivindicado, e o prumo permanece na mão do construtor enquanto os olhos do SENHOR percorrem toda a terra. Zacarias então volta às oliveiras até que sejam identificadas como dois ungidos que estão diante do Senhor de toda a terra. O capítulo mantém juntos o suprimento divino e o trabalho comum sem reduzir nenhum dos dois.