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Capa de O SENHOR Tudo Consumirá

Sofonias 1:1-13

O SENHOR Tudo Consumirá

Letras · Sofonias

O SENHOR Tudo Consumirá

Sofonias 1:1-13

Letras

Sobre esta música

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Esta música pertence à coleção de Sofonias. Uma gravação está disponível para ouvir aqui, com a letra completa abaixo.

Livro da Bíblia
Sofonias
Coleção
Sofonias
Estilos musicais
Pop
[Inventário Profético] A palavra chegou nos dias de Josias, e contou o que o juízo varrerá: homem e animal, ave e peixe, tropeço e perverso que não ficará. [Verso I] Sobre Judá se estende a mão, sobre Jerusalém e a mistura ritual. Baal, sacerdotes, astros nos telhados, e juramentos duplos diante de altar rival. [Refrão] O SENHOR tudo consumirá da face da terra, não por capricho, mas pela guerra que o coração declarou ao seu Criador, adorando a criatura e esquecendo o SENHOR. O SENHOR tudo consumirá, a advertência está de pé; cala-te diante do dia preparado pelo Rei. [Verso II] Príncipes vestem roupa estrangeira, a violência enche a casa do senhor. Da Porta dos Peixes sobe um grito, o bairro mercador se quebra em temor. [Busca com Lâmpadas] Jerusalém será buscada com lâmpadas, até achar o acomodado em seu lugar, o que diz: “Deus não fará bem nem mal”, e transforma indiferença em altar. [Ponte] Casas edificadas não serão habitadas, vinhas plantadas não darão vinho ao dono. A prata não compra abrigo naquele dia, nem o ouro suborna o despertar do sono. [Refrão Final] O SENHOR tudo consumirá da face da terra, a mistura e a apatia já não escondem sua guerra. O sacrifício está pronto, o hóspede separado, e o silêncio diante do SENHOR deixa o juízo preparado. [Outro] Uma lâmpada entrou em cada quarto, e a complacência perdeu a sombra.

Citados nesta cançãoJosiasJerusalém

Sobre a passagem

Sofonias 1: O dia que vasculha todos os esconderijos

O Livro de Sofonias abre tornando a crise de Judá maior do que Judá e depois tornando-a dolorosamente específica. A linguagem varre a criação antes de pousar sobre Jerusalém, onde a acusação inclui idolatria aberta, culto misturado, afastamento do SENHOR, lucro violento e a convicção mais silenciosa de que Deus não agirá de modo algum. O dia do SENHOR subverte a hierarquia habitual da proteção. Os filhos do rei, os mercadores, os homens valentes, as cidades fortificadas, as casas, as vinhas, a prata e o ouro continuam reconhecíveis, mas nenhum pode fixar os termos do que vem. Jerusalém é retratada como uma cidade vasculhada com lâmpadas, imagem que torna a acomodação exposta em vez de oculta. A pressão do capítulo vem dessa busca que se estreita: religião pública, suposições privadas, riqueza, força e planos futuros são todos trazidos ao mesmo acerto de contas.

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