2 Reis 21:1-9
Tornou a edificar os altos
Tudo o que o pai destruiu é revertido nome por nome, e depois ele vai mais longe, pondo altares ao exército do céu nos dois átrios e uma imagem de escultura na própria casa.
Versículo por versículo
- 21:1
A idade ao assumir o trono é doze anos, e o reinado informado dura cinquenta e cinco; o trecho não data cada reforma ou transgressão dentro desse período.
- 21:3
O exército dos céus designa os corpos celestes como objetos de culto; Deuteronômio 4:19 menciona expressamente o sol, a lua e as estrelas nessa proibição.
- 21:7
O bosque aqui diz respeito a Aserá e à sua representação esculpida, não a uma plantação inocente de árvores dentro do templo.
- 21:8-9
A promessa de permanecer na terra é seguida por sua condição e pelo registro de que o povo não ouviu.











Tornou a edificar é a expressão que faz disso mais do que uma nova lista de transgressões. Manassés reconstrói o que seu pai havia demolido. Segundo Reis menciona Ezequias para marcar a inversão e depois Acabe para identificar o modelo copiado. O rei de Judá tem um exemplo dentro da própria família e escolhe outro para seus altares.
O movimento avança para dentro: os lugares altos, os pátios do templo e, por fim, uma imagem esculpida na própria casa. Contra esse avanço, repete-se a declaração de Deus sobre colocar seu nome em Jerusalém. A casa não é um espaço vazio à espera de uma contribuição real. Ela já tem identidade, e as novas instalações a contradizem. O registro de um filho feito passar pelo fogo também impede que a lista se limite a uma discussão sobre mobiliário. A vida humana é envolvida naquele culto.
A promessa a respeito dos pés de Israel na terra inclui uma condição explícita de obediência. Depois vem a resposta: não ouviram. A influência de Manassés é real, mas o povo não desaparece atrás de seu rei. O trecho menciona tanto a liderança dele quanto a recusa de seus seguidores.