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Amós 1:1-2:5

O SENHOR Rugirá de Sião

Letras · Amós

O SENHOR Rugirá de Sião

Amós 1:1-2:5

Letras

Sobre esta música

Sobre esta música

Esta música pertence à coleção de Amós. Uma gravação está disponível para ouvir aqui, com a letra completa abaixo.

Livro da Bíblia
Amós
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Amós
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[Intro] De Tecoa o pastor ouviu o trovão falar, Por três transgressões, e por quatro, Sião deu sua voz e o Carmelo começou a secar. a medida está cheia na porta do palácio. [Verse 1] Damasco teve ferro, Gaza vendeu vidas, Tiro rompeu aliança por lucro e orgulho. Edom guardou ira, Amom alargou a sepultura, [Bridge] Moabe profanou ossos que já não respondiam. Judá teve lei, mas desprezou sua voz, [Refrain] Por três transgressões, e por quatro, a medida está cheia na porta do palácio. seguiu mentiras antigas enquanto o altar ardia. O rugido cruza fronteiras, nação alguma se esconde; [Verse 2] poder não santifica a crueldade que se fez. O fogo alcança muros onde a injustiça foi guardada; o SENHOR rugirá e toda a terra o ouvirá. [Chorus - final] Por três transgressões, e por quatro, a medida está cheia na porta do palácio. O rugido cruza fronteiras, nação alguma se esconde; o SENHOR rugirá e toda a terra o ouvirá.

Citados nesta cançãoSiãoCarmeloDamasco

Sobre a passagem

Amós 1: Um rugido que atravessa fronteiras nacionais

Um rugido de Sião abre o Livro de Amós antes que qualquer nação tenha sido nomeada, e seus efeitos já alcançam a terra dos pastores e o Carmelo. O capítulo então se volta para fora através de Damasco, Gaza, Tiro, Edom e Amom. Cada oráculo mantém o mesmo ritmo acumulativo enquanto muda o delito examinado: Gileade tratada como eira de trilhar, populações cativas inteiras entregues, obrigações de aliança esquecidas, fraternidade respondida com furor implacável, e mulheres grávidas mortas por causa de uma fronteira maior. A repetição recusa tornar descartável o sofrimento de qualquer povo. Palácios, muralhas, governantes e ganhos territoriais parecem sólidos até que a acusação os alcance. Israel ainda espera fora do discurso direto, mas o capítulo já estabeleceu um princípio perigoso: o juízo do SENHOR atravessa as fronteiras que o poder humano usa para organizar a responsabilidade.

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Amós 2: A acusação chega à própria porta de Israel

O círculo se estreita. Moabe é julgado por violência contra os mortos, Judá recebe a mesma fórmula repetida por desprezar a lei do SENHOR, e depois o capítulo se fixa em Israel com muito mais detalhe. O justo e o pobre podem ser precificados em prata e em sandálias, roupas penhoradas se tornam mobília ao lado de altares, e o conforto religioso é construído com as perdas de pessoas condenadas. Contra essa conduta, o SENHOR recorda o que Israel não criou para si: a derrota do amorreu, a libertação do Egito, a orientação no deserto, os profetas e os nazireus. Esses dons foram respondidos fazendo os nazireus beber e ordenando aos profetas que não falassem. Os versículos finais retiram toda vantagem militar conhecida. Rapidez, força, arcos, cavalos e coragem são todos nomeados e privados de seu resultado habitual. Privilégio e preparo não oferecem exceção à acusação.

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