Jeremias 32:12-16
A escritura no vaso de barro
Toma a compra selada e a cópia aberta diante de testemunhas e as põe num vaso de barro para que durem muitos dias. As obras do cerco sobem lá fora enquanto ele faz isso.
Versículo por versículo
- 32:12
A ascendência detalhada identifica publicamente o responsável; o texto não chama Baruque de sacerdote.
- 32:14
A evidência é o documento legal que comprova a compra, não apenas um argumento em favor de uma crença.
- 32:14
Muitos dias torna a conservação prolongada parte da ordem. O texto não relata uma descoberta posterior do vaso.
- 32:16
Jeremias começa esta oração depois de entregar os documentos, sequência expressamente marcada pelo versículo.











Baruque recebe mais que um documento. Recebe a responsabilidade de fazer um ato público durar além das pessoas que o testemunharam. Sua ascendência completa é registrada, o vendedor está presente, as testemunhas aparecem expressamente como testemunhas, e as instruções são dadas diante de todos. Não é uma lembrança particular da confiança de Jeremias. É prova documental com um responsável designado.
A ordem de armazenamento tem seu próprio peso. Os documentos devem ser colocados num vaso de barro para durar muitos dias. A promessa fala de casas, campos e vinhas que voltarão a ser possuídos, mas a tarefa imediata de Baruque é preservar, não possuir. Existe uma distância admirável entre a dimensão do anúncio de Deus e o trabalho modesto entregue ao escriba: declara-se o futuro da nação enquanto alguém recebe a incumbência de cuidar dos papéis. O versículo 16 dá a entrega por concluída antes de Jeremias começar a orar. A escritura já está confiada a outras mãos quando o profeta apresenta suas perguntas diante de Deus. O trabalho de Baruque dá duração ao sinal.