Ester 3:1-6
Teve em pouco pôr a mão só em Mardoqueu
Cheio de ira por um homem que não se inclina, pergunta qual é o povo daquele homem e depois decide que o alvo é o povo e não o homem.
Versículo por versículo
- 3:1
O trecho registra a promoção de Hamã, mas não explica seu motivo. Ela aparece depois do serviço de Mardoqueu ainda sem recompensa.
- 3:4
Os servidores levam o assunto a Hamã depois que fracassam suas repetidas tentativas de convencer Mardoqueu.
- 3:6
Considerar pouco significa que Hamã despreza a ideia de limitar o ataque a Mardoqueu. Não descreve resistência a derramar sangue.
















Hamã recebe o assento mais elevado entre os príncipes e logo encontra um homem que não se curva. O rei pode ordenar que a corte o honre, mas a ordem não produz adesão completa. O Livro de Ester coloca uma promoção enorme ao lado de uma recusa física muito pequena. Uma única figura ereta interrompe toda uma disposição de cabeças baixas.
Os demais servidores transformam a recusa em assunto diário antes de levá-la a Hamã. Mardoqueu lhes disse que é judeu, de modo que Hamã recebe mais que o nome de um cortesão pouco cooperativo. Recebe a identidade de um povo. O movimento decisivo do parágrafo está no uso que faz dessa informação.
Ele considera pouco atacar apenas Mardoqueu. O limite não o incomoda por misericórdia. Atacar um indivíduo parece pequeno demais, e a violência proposta se expande até alcançar os judeus de todo o reino. A ofensa continua sendo a recusa de um homem em se curvar; o alvo passa a ser uma população inteira. Nenhuma nova falta dessas pessoas é relatada entre uma coisa e outra. O espaço é preenchido exclusivamente pela decisão de Hamã. A promoção real lhe deu meios para que essa decisão se tornasse mais que uma raiva particular.