2 Coríntios 1–4
O Deus de toda consolação
A carta mais pessoal que ele escreveu, e a menos confortável. Começa com a consolação na tribulação e depois admite que na Ásia chegou a desesperar até da vida. Explica por que mudou os planos de viagem em vez de ir castigá-los, perdoa o homem que o feriu, e descreve todo o ministério como um tesouro levado em vasos de barro: atribulados por todos os lados, mas não angustiados.
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