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Capa de Jerusalém Foi Rompida

2 Reis 23:31-25:30

Jerusalém Foi Rompida

Letras · 2 Reis

Jerusalém Foi Rompida

2 Reis 23:31-25:30

Letras

Sobre esta música

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Esta música pertence à coleção de 2 Reis. Uma gravação está disponível para ouvir aqui, com a letra completa abaixo.

Livro da Bíblia
2 Reis
Coleção
2 Reis
Estilos musicais
Sem classificação
[Verso 1] O trono mudou de mãos, e o reino entrou em sua prova. Salomão viu de perto a obediência e o seu rival. A verdade alcançou Salomão quando o caminho se estreitou. Foi mostrando o que o coração queria guardar. [Pré-Refrão] O caminho se estreitou diante dos seus pés, Mas a verdade não voltou atrás naquela vez. [Refrão] Jerusalém Foi Rompida, leva o pranto pela noite, As lágrimas têm peso quando ninguém as conhece. A verdade ainda fala quando o consolo se vai, E a fé continua respirando onde a ferida cai. [Verso 2] A verdade alcançou Salomão quando o caminho se estreitou. Com oração como testemunha do que ia acontecer. O caminho se abriu entre temor, pó e promessa. Cada ato recebeu seu peso e sua direção. [Ponte] A verdade alcançou Salomão quando o caminho se estreitou. Salomão viu a linha que ninguém devia atravessar. O caminho de Salomão chegou a um ponto sem retorno. E o final deixou memória para toda a cidade. [Refrão Final] Jerusalém Foi Rompida, leva o pranto pela noite, As lágrimas têm peso quando ninguém as conhece. A verdade ainda fala quando o consolo se vai, E a fé continua respirando onde a ferida cai. [Final] A noite ficou, e a verdade também. Nem toda ferida recebeu resposta além.

Citados nesta cançãoSalomãoJerusalém

Sobre a passagem

2 Reis 23: Uma aliança renovada antes que caia o juízo

Josias tira o livro do palácio e torna públicas as suas palavras. Rei, sacerdotes, profetas, anciãos e povo ouvem a aliança, e a resposta se torna visível por toda a terra. Os vasos do templo destinados ao culto rival são queimados, os altos são profanados, Tofete é inutilizado, objetos solares e antigos altares reais são removidos, e a reforma alcança Betel, onde um oráculo de 1 Reis 13 se cumpre. A Páscoa então mostra o lado positivo da resposta à aliança, não apenas a destruição do que era proibido. Josias recebe um elogio excepcional por se voltar ao SENHOR com coração, alma e força. Então vem a terrível dobradiça do capítulo: "Contudo". O juízo sobre Judá permanece. Josias morre em Megido, e os seus filhos logo caem sob controle egípcio, encerrando o capítulo com tributo, mudança de nome e retorno a avaliações reais adversas.

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2 Reis 24: Os tesouros partem, e outro rei recebe novo nome

A Babilônia toma o lugar do Egito como potência que controla o horizonte político de Judá. Jeoaquim serve a Nabucodonosor, se rebela, e enfrenta uma pressão destrutiva que o Livro de 2 Reis conecta explicitamente ao juízo profético anterior e ao sangue inocente de Manassés. Joaquim herda o trono por apenas três meses antes que Jerusalém seja cercada e ele se renda com a casa real. Essa captura ainda não queima a cidade, mas a esvazia de tesouro, soldados, artesãos, oficiais e boa parte da sua capacidade de governo. A Babilônia instala o tio de Joaquim, muda o seu nome para Zedequias, e deixa de pé um reino reduzido. Zedequias recebe a mesma avaliação moral adversa e por fim também se rebela. O capítulo termina à beira do cerco final, com a sucessão real ainda visível mas a independência significativa quase desaparecida.

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2 Reis 25: A cidade queima, mas o último rei recebe alimento

O cerco final de Jerusalém é medido em datas, fome, defesas rompidas e uma fuga fracassada. Zedequias é capturado, os seus filhos são mortos diante dele, os seus olhos são arrancados, e ele é levado à Babilônia. A destruição então se torna sistemática: o templo, o palácio e as casas principais queimam, os muros são derrubados, o povo é deportado, os utensílios do templo são desmontados pelo metal, e os principais sacerdotes, oficiais militares e figuras da corte são executados em Ribla. Um remanescente pobre permanece sob Gedalias, mas até esse frágil assentamento se fratura quando Ismael o assassina e o medo leva o povo em direção ao Egito. Então o livro salta trinta e sete anos adiante. Joaquim é libertado da prisão, recebe vestes novas, é honrado à mesa babilônica e alimentado continuamente. A cidade se foi, mas a imagem final é pão para um rei davídico vivo.

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