Gênesis 29:2-3
A pedra sobre a boca do poço era grande
O costume é explicado antes de ser quebrado: esperavam que se juntassem todos os rebanhos, revolviam a pedra, davam de beber e a repunham.
Versículo por versículo
- 29:2
Este poço pertence à região de Harã, conforme 29:4. Não é o poço samaritano de João 4.
- 29:3
O versículo descreve o procedimento habitual; 29:8 explica que os pastores esperam a reunião de todos os rebanhos.












Há água no poço, mas ninguém bebe ainda. O obstáculo não é uma fonte vazia, e sim uma entrada coberta e uma rotina estabelecida: os rebanhos se juntam, a pedra é retirada, os animais bebem e a pedra volta ao lugar. Gênesis para para explicar o procedimento porque ele torna compreensível a próxima ação de Jacó. A pedra não é mero cenário. Ela regula o acesso.
O poço também reúne informações. Na conversa seguinte, Jacó descobre que os pastores são de Harã, conhecem Labão e conseguem identificar Raquel quando ela se aproxima. Um viajante à procura de parentes chegou a um ponto onde o trabalho reúne a vizinhança. Água e contatos humanos vêm da mesma parada. Esses versículos não informam o peso da pedra, a profundidade do poço ou uma lei escrita que regulamente seu uso. Os fatos visíveis bastam: vários rebanhos, uma fonte compartilhada e uma prática coletiva. Quando a cena começa, o sistema já está funcionando.