Êxodo 28:30
Porás no peitoral do juízo o Urim e o Tumim
Chegam com artigo definido e sem explicação, e o versículo passa direto a Arão levar o juízo sobre o seu coração.
Versículo por versículo
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Luzes e perfeições é uma explicação tradicional dos nomes, não uma descrição de seu funcionamento físico.
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O versículo não especifica duas pedras, suas cores ou inscrições de sim e não.
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O peitoral já traz os nomes das tribos de Israel nos versículos 21 e 29, dando ao juízo um contexto de representação.













O Livro do Êxodo consegue especificar o cordão que prende o peitoral e deixar sem descrição seu conteúdo mais misterioso. O contraste chama a atenção. O Urim e o Tumim aparecem como coisas conhecidas e nomeadas que devem ser colocadas na peça, mas não vêm depois materiais, medidas, inscrições nem instruções de funcionamento. A passagem é precisa sobre a posição e reservada sobre a forma. Duas pedras de cores diferentes podem ser uma reconstrução; não são a descrição fornecida pelo versículo.
O que aparece é sua finalidade no serviço de Arão. O juízo fica junto dos nomes gravados de Israel, sobre o coração do sacerdote, diante do SENHOR. Não são instrumentos para satisfazer uma curiosidade isolada sobre o amanhã. Estão ligados a decisões que dizem respeito ao povo representado por Arão. A explicação tradicional luzes e perfeições é sugestiva, mas nem os nomes resolvem se alguma coisa brilhava ou como uma resposta era recebida. A frase termina com uma responsabilidade, não com um mecanismo: Arão leva continuamente diante de Deus o juízo de Israel. Os detalhes desconhecidos não devem esconder a relação conhecida. Um sacerdote usa o peitoral em nome de um povo, na presença daquele cujo juízo é consultado.