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Apocalipse 15:1–16:21

As taças da ira

Letras · Apocalipse

As taças da ira

Apocalipse 15:1–16:21

Letras

Sobre esta música

Sobre esta música

Esta música pertence à coleção de Apocalipse. Uma gravação está disponível para ouvir aqui, com a letra completa abaixo.

Livro da Bíblia
Apocalipse
Coleção
Apocalipse
Estilos musicais
Metal
[Verse 1] Num mar de vidro misturado com fogo, os vencedores seguram as harpas de Deus. Cantam o cântico de Moisés e do Cordeiro: Grandes e maravilhosas são as tuas obras; justos e verdadeiros são os teus caminhos. O templo se abre; a glória o enche de fumaça. Sete anjos recebem sete taças de ouro. [Pre-Chorus] Derrama a medida. Completa a ira. O altar responde: verdadeiros e justos. [Verse 2] Primeira: chaga dolorosa sobre os marcados. Segunda: o mar se torna sangue de morto. Terceira: rios e fontes viram sangue. Quarta: o sol queima os homens com fogo. Eles blasfemam o nome de Deus e não se arrependem para lhe dar glória. [Interlude] [Verse 3] Quinta: o trono da besta escurece; os homens mordem a língua de dor. Sexta: o Eufrates seca para os reis do oriente; três espíritos imundos reúnem a terra no lugar chamado Armagedom. [Bridge] A sétima taça entra no ar. Uma grande voz do trono diz: Está feito. O maior terremoto divide a cidade; Babilônia recebe o cálice. Ilhas fogem, montes desaparecem, grande saraiva cai,e os homens ainda blasfemam. [Outro] Nenhuma taça resta. Verdadeiros e justos são os seus juízos.

Citados nesta cançãoMar de vidroMoisésSete taçasBabilônia

Sobre a passagem

Apocalipse 15: Um cântico de vitória precede as pragas finais

O Livro do Apocalipse apresenta as sete últimas pragas como a consumação da ira divina, mas antes de derramar qualquer taça mostra os que venceram a besta, a sua imagem, a sua marca e o número do seu nome. Estão junto de um mar semelhante a vidro misturado com fogo e cantam um cântico chamado ao mesmo tempo cântico de Moisés e cântico do Cordeiro. Sua vitória não é descrita como conquista militar, mas como recusa fiel diante das pretensões da besta. Seu cântico louva as obras de Deus, sua justiça, sua verdade, sua santidade e a adoração vindoura das nações. Depois se abre no céu o templo do tabernáculo do testemunho. Sete anjos saem com linho puro, recebem taças de ouro de um dos seres viventes e permanecem em pé enquanto a fumaça da glória de Deus enche o santuário. Ninguém pode entrar até que as pragas se cumpram.

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Apocalipse 16: As taças conduzem o conflito à reunião determinada

Sete taças derramam julgamento sobre os adoradores da besta e sobre o mundo que os sustenta. As três primeiras trazem chagas e transformam em sangue o mar, os rios e as fontes, enquanto vozes celestiais ligam expressamente esse julgamento de sangue ao sangue de santos e profetas. A quarta e a quinta taças trazem calor abrasador e trevas, mas a dor não produz arrependimento. A sexta seca o Eufrates e solta espíritos enganadores do dragão, da besta e do falso profeta para reunir os governantes no Armagedom. No meio dessa reunião, a advertência de Cristo sobre a vigilância remonta às mensagens às igrejas. A sétima taça é derramada no ar e recebe a declaração de que está feito. O Livro do Apocalipse mostra depois um terremoto sem paralelo, cidades que caem, Babilônia lembrada para julgamento, ilhas e montanhas desaparecidas e granizo esmagador, enquanto a resposta humana final continua sendo blasfêmia.

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