Daniel 3:1
Cuja altura era de sessenta côvados
As dimensões são dadas antes de tudo e não descrevem a estátua de um homem. A forma faz parte do argumento.
Versículo por versículo
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Sessenta côvados de altura e seis de largura, shittin e shith em aramaico: a proporção entre altura e largura é de dez para um, independentemente da equivalência moderna do côvado.
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Não se identifica a figura representada nem o método de construção; mencionar ouro não prova, por si só, que fosse ouro maciço.
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Dura fica na província da Babilônia, mas este versículo não fornece coordenadas nem outra descrição do local.











Sessenta côvados de altura, seis de largura: as proporções anunciam a altura antes de o trecho apresentar um rosto. Na verdade, ele nunca apresenta um. A imagem é identificada pelo ouro, pelas medidas, pelo lugar e pelo rei que a ergueu. Chamá-la de retrato de Nabucodonosor ou atribuí-la a um deus babilônico específico acrescenta uma identificação ausente do versículo.
A proporção é de dez para um, mas o texto não explica se as medidas incluem um pedestal. Essa incerteza importa mais do que uma reconstrução cheia de confiança. O que é certo é a ação humana repetida. Nabucodonosor a fez; ele a levantou. O objeto diante do qual se exigirá adoração surge primeiro como resultado de uma iniciativa real.
O capítulo anterior dá força à comparação. Ali Nabucodonosor vê em sonho uma imagem com cabeça de ouro e partes inferiores de outros materiais. Aqui ele constrói uma imagem de ouro. O contraste está na página, embora não seja revelado seu motivo íntimo para escolhê-la. O rei que precisou de alguém para explicar uma imagem agora tem outra erguida na planície.