Ester 1:5-8
Cortinas de tecido branco e azul
O inventário do banquete dura versículos. A corte é descrita como uma corte quer ser descrita, e esse é o ponto.
Versículo por versículo
- 1:5
Esses dias remete aos cento e oitenta dias de exibição real de 1:4; o banquete de sete dias se distingue daquele período.
- 1:6
A palavra hebraica por trás de divãs designa assentos reclináveis, adequados ao contexto de um banquete; o versículo não descreve dormitórios.
- 1:7
De vários tipos descreve as taças individuais, todas apresentadas como taças de ouro.
- 1:8
O beber não era obrigatório é a regra deste banquete, não uma declaração de que toda atividade do reino fosse voluntária.






















Até as taças se recusam a ser iguais. A nota sobre as taças de ouro de vários tipos é um detalhe pequeno com um efeito considerável: a simples repetição não bastaria para descrever esta mesa. O Livro de Ester se demora nos objetos que tornam visível a abundância real. A prata sustenta as cortinas; o ouro e a prata compõem os divãs; as pedras coloridas ficam sob os pés. A riqueza não é apenas anunciada. Ela envolve os convidados.
O banquete de sete dias vem depois da exibição de riquezas reais que durou cento e oitenta. O convite abrange grandes e pequenos entre os presentes na cidadela, em vez de se limitar aos príncipes descritos no versículo 3. A mudança de público importa. Continuam sendo o jardim do rei, seus móveis e seu vinho, mas pessoas de posições diferentes têm acesso à exibição.
Então aparece uma peça admiravelmente precisa de administração da corte. Bebe-se conforme a lei, e a regra é que ninguém obrigue ninguém. A vontade de cada convidado foi autorizada pelo rei e comunicada aos oficiais de sua casa. O versículo descreve liberdade para beber, não liberdade geral diante da autoridade real. Até a permissão para fazer o que se deseja vem de cima. Nessas poucas linhas, Susã reúne hospitalidade esplêndida e acesso cuidadosamente ordenado à casa real.