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Gênesis 37:1-38:30

O Sonhador na Cisterna

Letras · Gênesis

O Sonhador na Cisterna

Gênesis 37:1-38:30

Letras

Sobre esta música

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Esta música pertence à coleção de Gênesis. Uma gravação está disponível para ouvir aqui, com a letra completa abaixo.

Livro da Bíblia
Gênesis
Coleção
Gênesis
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Sem classificação
[Verso 1] Uma túnica mostrou o amor do pai e aumentou o rancor, Feixes se curvaram no sonho, e estrelas ao redor. Os irmãos o viram longe e chamaram: "Lá vem o sonhador", Tiraram sua roupa e o lançaram num poço sem água e sem sol. [Pré-Refrão] Prata mudou de mãos junto à estrada, E sangue de cabrito manchou a roupa amada. [Refrão] O sonhador na cisterna não viu o trono do Egito, O pai viu o sangue e chorou por um filho perdido. O que o ciúme enterrou e a escravidão levou, Deus guardou no silêncio como fogo que não apagou. [Verso 2] Rúben rasgou as vestes ao encontrar o poço vazio, Jacó recusou consolo, José desapareceu no caminho. Judá deixou os irmãos, e sua casa se partiu, Tamar esperou a justiça que por muito ele não cumpriu. [Ponte] Um véu junto à estrada, selo, cordão e bordão, Revelaram a medida dupla quando veio a acusação. Judá falou a verdade: "Ela é mais justa do que eu", E por Perez a linhagem prometida sobreviveu. [Refrão Final] O sonhador na cisterna não viu o trono do Egito, O pai viu o sangue e chorou por um filho perdido. O que venderam por prata e tiraram da visão, Deus transformaria em vida para toda a geração. [Final] A túnica rasgou, o sonho permaneceu, E caminhos escondidos desceram para o Egito.

Citados nesta cançãoEgitoJacóJoséJudáTamar

Sobre a passagem

Gênesis 37: Uma túnica volta para casa sem seu dono

Gênesis 37 transforma o afeto desigual de Jacó num objeto que todos podem ver. A túnica de José marca uma preferência já forte o bastante para envenenar a fala comum entre irmãos, e seus sonhos acrescentam imagens de submissão futura a uma casa já dividida. Jacó repreende os sonhos, mas guarda o assunto em mente. Quando José depois vai procurar seus irmãos e o bem-estar deles, eles decidem o assassinato antes que ele esteja perto o bastante para falar. Rúben redireciona o plano para uma cisterna porque pretende um resgate, mas Judá depois transforma a vida de José numa questão de lucro e a fraternidade num argumento pela venda em vez do derramamento de sangue. O engano final depende de um objeto que é genuíno e de uma conclusão que é falsa. A própria túnica de José é manchada com sangue real, e Jacó a usa para construir uma morte que nunca aconteceu. Enquanto o pai pranteia um filho que crê perdido, Gênesis termina o capítulo situando esse filho vivo no Egito, vendido à casa de Potifar.

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Gênesis 38: Judá é chamado a reconhecer seus próprios pertences

Gênesis 38 segue Judá até uma casa onde a morte, a obrigação, o casamento retido, o disfarce e o reconhecimento expõem falhas que Judá a princípio não consegue ver em si mesmo. Er morre sob juízo divino, e Onã se recusa deliberadamente à obrigação familiar ligada a Tamar enquanto continua usando a relação para si. Judá então manda Tamar embora com a promessa aparente de Selá, mas retém em particular o filho por medo. Quando Tamar percebe que o arranjo não foi cumprido, ela muda sua aparência e encontra Judá na estrada. Ele não a reconhece, mas deixa objetos que o identificam inconfundivelmente. Depois, quando a gravidez de Tamar se torna conhecida, Judá pronuncia um juízo severo antes de perguntar como aconteceu. A evidência dela responde a essa pergunta voltando o reconhecimento contra ele. Ele admite que ela é "mais justa do que eu" porque não a deu a Selá. O nascimento dos gêmeos então derruba uma tentativa inicial de marcar a prioridade do primogênito, levando adiante essa linhagem conturbada por meio de Perez.

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