O panorama
O Livro de Atos, capítulo vinte e seis, transforma a defesa de Paulo num relato público de inversão, comissão e esperança de ressurreição. Falando diante de Agripa, ele começa com a promessa a Israel e com seu próprio passado farisaico estrito, e então descreve a violência que outrora dirigiu contra os seguidores de Jesus. O encontro de Damasco explica a mudança de autoridade: o homem que viajava para suprimir o movimento é enviado por Jesus a ser testemunha e a levar luz tanto a Israel quanto aos gentios. Paulo apresenta sua pregação posterior como obediência àquela visão e como cumprimento de Moisés e dos profetas. Festo o chama de louco, Agripa responde ao seu apelo de modo ambíguo, e Paulo declara que deseja que todos os que o ouvem compartilhem sua fé, mas não suas prisões. Os oficiais por fim concordam sobre sua inocência sem concordar com sua mensagem.
Verdade central
Paulo responde a acusações não comprovadas com um testemunho coerente sobre ressurreição e arrependimento, enquanto Félix adia a decisão, Festo procura uma acusação que possa apresentar e Agripa ouve um apelo à fé, não apenas à absolvição.

As notas de estudo têm uma página própria
A análise de cada movimento, as palavras para acompanhar, as notas versículo por versículo e os pontos em que os leitores divergem foram escritos para quem estuda sozinho. Estão na página Reflexões Pessoais Profundas deste capítulo. Esta página é a aula.
Guia de ensino específico do capítulo
Estes pontos nascem do próprio capítulo. Eles ajudam a unir o mapa narrativo do Nível 1, a análise do Nível 2 e o texto bíblico em uma só aula.
Comece com a primeira imagem do capítulo
Atos 26:1: “Agripa disse a Paulo: “Você tem permissão para falar por si mesmo.” Então Paulo estendeu a mão e fez a sua defesa:”
Diminua o ritmo no ponto de mudança
Atos 26:15: ““Eu disse: 'Quem és tu, Senhor?' “Ele disse: 'Eu sou Jesus, a quem você persegue.”
Mantenha este caminho de palavras visível
para, disse, Agripa, Deus, coisas, como
O que explicar, e em que ordem
Ensine a passagem nesta ordem. Cada passo indica os versículos em que se apoia, para que cada ponto seja mostrado no texto antes de ser aplicado.
Atos 24:1-9
Tértulo apresenta o caso
Comece em Cesareia com a acusação. O sumo sacerdote traz um orador profissional, Tértulo, que abre com elogios a Félix, um governador conhecido na história pela dureza. Depois as três acusações: uma praga e instigador de rebeliões, um líder da seita dos nazarenos, e uma tentativa de profanar o templo. Explique que a primeira acusação era feita para alarmar um governador romano. Note que nesta edição o versículo 7 está em branco, porque palavras sobre Lísias faltam em muitos manuscritos antigos. Ensine isso primeiro para que a turma possa testar as respostas de Paulo diante das acusações.
Atos 24:10-27
Paulo diante de Félix
Paulo responde com calma e sem bajulação. Dá os fatos: doze dias, nenhuma discussão, nenhuma multidão agitada, nenhuma prova. Depois confessa o Caminho, a sua fé na lei e nos profetas, a sua esperança da ressurreição e a sua consciência limpa. Explica que veio trazer donativos para os necessitados da sua nação. Depois as audiências particulares com Félix e Drusila, onde Paulo fala de justiça, domínio próprio e juízo vindouro, e Félix fica aterrorizado e o despede. Mostre o fim triste do capítulo: dois anos, a esperança de suborno e um prisioneiro deixado na prisão.
Atos 25:1-12
Apelo para César
Chega um novo governador, Festo, e os líderes logo pedem que Paulo seja enviado a Jerusalém, planejando uma emboscada. Festo recusa no início e ouve o caso em Cesareia. As acusações não podem ser provadas, e Paulo nega ter ofendido a lei, o templo ou César. Depois Festo, querendo obter o favor dos líderes, propõe um julgamento em Jerusalém. Explique o apelo de Paulo como o direito de um cidadão romano de ter o seu caso ouvido pelo imperador. Ensine que era assim que a promessa do Senhor em 23:11 se cumpriria.
Atos 25:13-27
Festo explica a Agripa
Apresente Agripa II, bisneto de Herodes, o Grande, um rei que conhecia os costumes judaicos, e sua irmã Berenice. Festo lhe conta o caso, e o seu resumo é revelador: a disputa é “sobre um certo Jesus, que estava morto, o qual Paulo afirmava estar vivo”. Festo admite que não tem nada de concreto para escrever ao imperador. Depois a grande pompa da audiência, com comandantes e homens principais reunidos. Ensine o contraste: um prisioneiro acorrentado diante do esplendor, e é o prisioneiro quem tem a mensagem.
Atos 26:1-23
A defesa de Paulo diante de Agripa
Este é o relato mais completo de Paulo sobre o seu chamado. Ele começa com a sua vida de fariseu e a esperança da promessa aos pais, e pergunta por que é considerado incrível que Deus ressuscite os mortos. Depois a perseguição, a luz ao meio-dia, a voz no idioma hebraico e a missão. Leia devagar 26:18, o coração do capítulo. Depois a sua obediência à visão celestial, a pregação do arrependimento com obras que lhe correspondam, e a sua afirmação de que não diz nada além do que Moisés e os profetas disseram: que o Cristo devia sofrer, ressuscitar e proclamar luz.
Atos 26:24-32
Com um pouco de persuasão
Festo interrompe: o grande conhecimento de Paulo o está levando à loucura. Paulo responde que fala palavras verdadeiras e sensatas, e que isto não aconteceu em algum canto escondido. Depois se volta para Agripa: o senhor crê nos profetas? Explique que esta edição traduz a resposta de Agripa em 26:28 como uma pergunta irônica, e que outras Bíblias trazem algo como por pouco me persuades a ser cristão, lido como uma quase confissão; apresente as duas leituras. A resposta de Paulo é cheia de amor. Feche com o veredito das autoridades: nada digno de morte ou de prisão, e ele poderia ter sido solto se não tivesse apelado para César.
Onde os participantes se confundem
As leituras equivocadas que esta passagem costuma provocar, e como responder a cada uma a partir do texto.
“Félix ficou aterrorizado, então deve ter se convertido.”
Félix ficou aterrorizado com a mensagem sobre justiça, domínio próprio e juízo vindouro (24:25), mas despediu Paulo até ter oportunidade, esperou suborno (24:26) e o deixou preso dois anos (24:27). O livro de Atos não registra nenhuma conversão e não diz nada do seu fim. Ensine que ser tocado não é o mesmo que responder, e evite especular sobre o estado final de qualquer pessoa.
“Paulo apelou para César porque não confiava em Deus.”
O Senhor havia prometido que Paulo devia testemunhar em Roma (23:11). O apelo foi a porta legal pela qual ele chegou lá, num momento em que uma transferência para Jerusalém significaria uma emboscada (25:3, 25:9-11). Paulo diz que não se recusa a morrer se for culpado (25:11). Ele usou um direito legal sem abandonar a confiança. Neste versículo se encontram os propósitos de Deus e as escolhas de Paulo.
“A resposta de Agripa mostra que ele quase se converteu.”
Esta edição traduz 26:28 como uma pergunta, “Com um pouco de persuasão você está tentando me fazer cristão?”, e muitos leem o grego dessa forma, como uma esquiva irônica. Outras Bíblias trazem algo como por pouco me persuades a ser cristão, lido como um homem quase persuadido. O livro de Atos não diz o que Agripa quis dizer nem o que fez depois. A resposta de Paulo em 26:29 mostra o seu anseio por cada ouvinte. Apresente as duas leituras e deixe a turma pesá-las.
“Paulo pregava só o perdão, não vidas transformadas.”
Paulo resume a sua pregação em 26:20: que deveriam se arrepender e se voltar para Deus, praticando obras dignas de arrependimento. A Félix ele falou de justiça e domínio próprio (24:25). A remissão dos pecados vem pela fé em Cristo (26:18), e essa fé faz uma vida passar das trevas para a luz. As tradições descrevem a relação entre fé e obras com ênfases diferentes; as palavras de Paulo neste capítulo mantêm as duas juntas.
Objetivos de aprendizagem
- Distinguir as acusações de Tértulo das provas que Paulo contesta.
- Identificar a esperança da ressurreição que Paulo confessa abertamente.
- Explicar a resposta adiada de Félix e seu interesse financeiro revelado.
- Acompanhar o apelo de Paulo a César diante da ameaça renovada.
- Resumir a missão e a mensagem que Paulo apresenta a Agripa.
- Separar a conclusão declarada da audiência de suposições sobre o coração de Agripa.
Preparação do professor
- Prepare três cartões de audiência: Félix em Atos 24, Festo em Atos 25 e Agripa diante de Festo em Atos 26.
- Leia Atos 23:11, 26–35 para examinar a promessa de Roma, a transferência e a avaliação do comandante antes da primeira audiência.
- Explique “temperança”, em 24:25, como domínio próprio, “dignas de arrependimento”, em 26:20, como condizentes com o arrependimento, e “fora de si”, em 26:24, como uma acusação de loucura.
- Marque os dois anos em 24:27; não permita que uma transição breve na aula apague uma longa detenção.
- Preserve a pergunta de Agripa em 26:28, “Com um pouco de persuasão você está tentando me fazer cristão?”, como a Bíblia Portuguesa Mundial a traz; distinga os possíveis tons da resposta interior de Agripa, que não é relatada.
Verificação de evidência e interpretação
Explícito
Leia Atos 24:12–21, 25:7–12 e 26:31–32: Paulo nega ter cometido delitos que possam provar, apela a César e é considerado pelos governantes reunidos como alguém que não merece morte nem prisão.
Apoiado pelas Escrituras
Compare Atos 26:16–18 com Atos 9:15–16: a missão reiterada de Paulo envolve testemunho, missão aos gentios, perdão e serviço que traz sofrimento.
Inferência forte
Deduza de Atos 24:25–27 que o acesso repetido ao ensino não produz necessariamente arrependimento; o medo de Félix convive com o adiamento e a expectativa de receber dinheiro.
Leitura possível ou tradicional
Identifique leituras sérias, irônicas ou evasivas da resposta de Agripa em Atos 26:28. Preserve a frase em forma de pergunta que a Bíblia Portuguesa Mundial traz, admitindo que o relato não determina seu tom nem anuncia uma conversão.
Limite
Afirme que Atos 26:32 não chama de pecado o apelo de Paulo, não prova o que certamente teria acontecido sem ele nem relata o resultado final de seu processo diante de César.
Discussão com orientação de resposta
1. Quais partes da acusação de Tértulo Paulo contesta diretamente?
O que uma boa resposta contém
As acusações de rebelião e de profanação do templo. Tértulo diz que Paulo é “uma praga, um instigador de rebeliões entre todos os judeus por todo o mundo” e que “até tentou profanar o templo” (24:5-6). Paulo responde que não faz mais de doze dias que subiu a Jerusalém para adorar, que ninguém o encontrou discutindo ou “agitando a multidão”, e “Nem podem provar ao senhor as coisas das quais agora me acusam” (24:11-13). Acrescenta que os judeus da Ásia que começaram tudo nem sequer estão presentes (24:19). Uma boa resposta nomeia as duas acusações e as duas respostas.
Mostrar orientação do professor
Compare 24:5–9 com 24:11–19: as acusações de sedição e profanação do templo carecem das provas alegadas, e os acusadores originais da Ásia estão ausentes.
2. O que Paulo confessa livremente, em vez de negar?
O que uma boa resposta contém
A sua fé. “Mas confesso ao senhor isto: que, segundo o Caminho, ao qual chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais” (24:14), crendo no que está de acordo com a lei e escrito nos profetas. Ele espera que “haverá uma ressurreição dos mortos, tanto de justos como de injustos” (24:15), e se esforça “para manter sempre uma consciência limpa diante de Deus e dos homens” (24:16). Uma resposta sólida vê que Paulo nega os crimes, mas confessa o Caminho, e transforma a sua defesa em testemunho.
Mostrar orientação do professor
Leia 24:14–16. Ele adora o Deus de seus pais, crê na lei e nos profetas e espera a ressurreição dos justos e dos injustos.
3. Por que o temor de Félix não equivale a uma conversão declarada?
O que uma boa resposta contém
Porque ao medo segue o adiamento, não a fé. Enquanto Paulo discorria “sobre a justiça, o domínio próprio e o juízo vindouro, Félix ficou aterrorizado” e respondeu: “Por agora, pode ir; quando eu tiver oportunidade, mandarei chamá-lo” (24:25). Ele também esperava dinheiro (24:26) e deixou Paulo preso por dois anos para ganhar o favor dos judeus (24:27). Uma boa resposta vê uma convicção resistida. Uma resposta fraca inventa uma conversão ou decide o destino final de Félix, o que o texto deixa em paz.
Mostrar orientação do professor
Use 24:25–27. Acompanhe o medo seguido de adiamento, expectativa de dinheiro e manutenção da prisão; não invente um arrependimento posterior nem um destino final.
4. Por que Paulo apela a César quando Festo propõe Jerusalém?
O que uma boa resposta contém
Porque voltar a Jerusalém significaria uma emboscada e um tribunal parcial. Os líderes tinham pedido a Festo que trouxesse Paulo a Jerusalém, “tramando matá-lo no caminho” (25:3). As acusações eram tais que “não podiam provar” (25:7). Quando Festo, “desejando obter o favor dos judeus”, oferece Jerusalém, Paulo diz: “ninguém pode me entregar a eles” e apela para César (25:9-11). Uma boa resposta vê um cidadão usando um direito legítimo para escapar de uma transferência injusta, sem imaginar um sistema moderno de recursos.
Mostrar orientação do professor
Leia 25:3, 7–12. Inclua a nova emboscada, as acusações não comprovadas e a recusa de Paulo em ser entregue; evite importar um processo moderno completo de recursos judiciais.
5. O que Paulo diz que sua missão produz naqueles que respondem?
O que uma boa resposta contém
Uma conversão que muda a vida. Jesus o envia “para abrir-lhes os olhos, a fim de que se convertam das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, para que recebam a remissão dos pecados e uma herança entre os que são santificados pela fé em mim” (26:18). Paulo anunciou “que deveriam se arrepender e se voltar para Deus, praticando obras dignas de arrependimento” (26:20). Uma resposta sólida mantém juntos o perdão pela fé e a conduta transformada. Uma resposta fraca fica com um e solta o outro.
Mostrar orientação do professor
Use 26:16–20: voltar-se das trevas e de Satanás para Deus, perdão, herança pela fé, arrependimento e conduta condizente. Mantenha unidas a mensagem e a vida transformada.
6. O que Paulo deseja para Agripa e todos os ouvintes, e o que ele exclui?
O que uma boa resposta contém
Que todos se tornassem cristãos como ele, sem as suas algemas. Agripa pergunta: “Com um pouco de persuasão você está tentando me fazer cristão?” (26:28), e Paulo responde: “Eu oro a Deus para que, seja com pouco ou com muito, não apenas o senhor, mas também todos os que me ouvem hoje, se tornem como eu sou, exceto por estas algemas” (26:29). Uma boa resposta vê o seu amor pelos ouvintes, até pelos poderosos que o mantêm preso. Ele lhes deseja a sua fé, não o seu sofrimento.
Mostrar orientação do professor
Leia 26:27–29. Ele deseja que se tornem como ele, exceto pelas suas correntes; observe a preocupação com os ouvintes, em vez da exigência de que compartilhem seu sofrimento.
Aplicação responsável
Coração e hábitos
Avalie um ouvinte hipotético que adia repetidamente uma resposta moral séria enquanto aprecia a discussão; use Félix sem prever o desfecho final dessa pessoa.
Relacionamentos e comunidade
Elabore um plano de apoio para alguém que enfrenta um processo longo e sem resolução, levando a sério a indicação de tempo e a assistência permitida em 24:23, 27.
Defesa sem desumanizar
Prepare uma resposta factual a uma falsa acusação que corrija a acusação e preserve a preocupação declarada de Paulo com o bem dos ouvintes.
Planos de encontro
Duas durações da mesma aula. A curta mantém a leitura, a conversa central e uma resposta; a longa dá tempo próprio às confusões e à aplicação.
45 minutos
As acusações
Leia 24:1-9 e liste no quadro as acusações de Tértulo.
Paulo diante de Félix
Leia 24:10-27. Trabalhe as perguntas um, dois e três, e a confusão sobre Félix.
O apelo
Leia 25:1-12 e trabalhe a pergunta quatro.
Festo e Agripa
Leia 25:13-22, notando a frase um certo Jesus, que estava morto.
A defesa
Leia 26:1-23 e trabalhe a pergunta cinco, lendo 26:18 duas vezes.
Com um pouco de persuasão
Leia 26:24-32. Trabalhe a pergunta seis e a confusão sobre Agripa. Leiam juntos o versículo-chave.
90 minutos
Abertura
Pergunte ao grupo o que diriam sobre a fé se tivessem cinco minutos diante de uma autoridade poderosa.
As acusações e a resposta
Leia 24:1-21. Trabalhe as perguntas um e dois.
Félix aterrorizado
Leia 24:22-27. Trabalhe a pergunta três e a confusão sobre Félix.
O apelo
Leia 25:1-12 com 23:11. Trabalhe a pergunta quatro e a confusão sobre confiar em Deus.
Festo e Agripa
Leia 25:13-27. Pergunte o que Festo entendeu e o que lhe escapou.
A defesa
Leia 26:1-23. Trabalhe a pergunta cinco e a confusão sobre vidas transformadas.
Com um pouco de persuasão
Leia 26:24-32. Trabalhe a pergunta seis e a confusão sobre Agripa, apresentando as duas leituras.
Folha e oração
Leiam juntos o versículo-chave e orem para que líderes e autoridades ouçam o evangelho.
Adaptando a aula
Crianças
Monte um tribunal de faz de conta com uma cadeira para o governador e uma coroa para o rei Agripa. Deixe Paulo, com correntes de papel, contar como Jesus o encontrou no caminho e mudou a sua vida. Explique que Paulo queria que todos, até o rei, conhecessem Jesus. As crianças podem praticar dizer numa frase o que Jesus fez por elas.
Jovens
Pergunte o que diriam se tivessem de defender a fé diante de pessoas com poder sobre eles. Mostre como Paulo é respeitoso mas não bajulador, e como conta a própria experiência. Conversem sobre Félix, que deixou uma decisão para quando tivesse oportunidade. Pergunte o que faz as pessoas adiarem a resposta a Deus, e o que o desejo de Paulo em 26:29 diz sobre como tratar quem discorda.
Adultos
Percorram as três audiências e comparem como cada autoridade reage a Paulo: Félix adia, Festo fica perplexo, Agripa se esquiva. Deem tempo a 26:16-20, o próprio resumo de Paulo do seu chamado e da sua mensagem. Conversem sobre quando os crentes usam bem as proteções legais. Apresente com justiça as leituras de 26:28. Pergunte como os membros podem falar da fé no trabalho com a clareza e a cortesia que Paulo mostra aqui.
Um a um
Pergunte à pessoa como ela contaria a própria experiência com Deus em três minutos, e deixe que tente. Leiam juntos 26:12-18 como o modelo de Paulo. Se ela está adiando uma decisão de fé, leia com delicadeza 24:25 e pergunte como seria essa oportunidade. Se espera que algo injusto seja resolvido, conversem sobre os dois anos de Paulo em 24:27.
Laboratório de músicas e vídeos
Use a mídia depois de ler a passagem. Uma música ou um vídeo pode interpretar, resumir ou dramatizar o texto, por isso deve ser comparado com as Escrituras.
- Antes: leia a passagem exata e identifique seu movimento central.
- Durante: observe quais palavras, pessoas, acontecimentos ou emoções o artista destaca.
- Depois: identifique o que a mídia esclarece, o que deixa de fora e o que precisa ser conferido no texto.
Folha para levar
Uma página para os participantes levarem para casa. O botão de imprimir imprime só esta seção.
Atos 24–26
A passagem em resumo
Paulo é julgado diante do governador romano Félix, que ouve acusações falsas. Paulo mostra que elas não podem ser provadas e fala da sua esperança na ressurreição. Félix fica aterrorizado quando Paulo fala do juízo, mas o mantém preso por dois anos. Quando o novo governador Festo quer enviá-lo de volta a Jerusalém, Paulo apela para César. Diante do rei Agripa, Paulo conta como Jesus o encontrou e o enviou para tirar as pessoas das trevas para a luz, e deseja que todos os que o ouvem creiam.
Um versículo para guardar
para abrir-lhes os olhos, a fim de que se convertam das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, para que recebam a remissão dos pecados e uma herança entre os que são santificados pela fé em mim.’
Atos 26:18 · Bíblia Portuguesa Mundial
Perguntas para levar
O que Paulo confessou sobre a sua fé em 24:14-15?
Por que Félix ficou aterrorizado em 24:25, e o que fez depois?
O que Paulo desejou para todos os que o ouviam em 26:29?
Nesta semana
Escreva em três frases como Jesus mudou você, e esteja pronto para contar isso nesta semana.
Ouça e assista junto com a passagem
A mídia relacionada aparece somente quando sua referência bíblica coincide com esta unidade. Use música e vídeo como companhia e depois retorne ao texto.



